terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Novo Milênio, novo comportamento.

Querido(as) alunos(as),

Vive-se um novo milênio. Comportamentos destrutivos sempre marcaram a trajetória da humanidade. Esses não cabem mais numa era na qual as reflexões são mais fraquentes e aprofundadas .
Toda mudança deve começar a partir do que está próximo e é passível de mudança.

Assista o vídeo, após reflita sobre a mensagem. O que ela traduz? Mexeu com você? 

Agora, é a hora de dialogarmos sobre comportamentos de respeito ao próximo que está bem próximo.

Sua atividade:
1. Escreva em sua agenda ou caderno o que você pede a Deus. Tenho certeza que são pedidos e desejos positivos, então trace-os como metas para suas futuras conquistas.

2. Qual a sua sugestão dos acordos de respeito que poderemos fazer para o ano letivo de 2011 em nosa ESCOLA, com a finalidade de uma convicência mais sadia,  solidaria, ética e democrática?

Espero a sua opinião.

Abraços,

Jailma Machado
(Coordenadora Pedagógica)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

NOSSA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Avaliação Institucional é aquela em que o processo de avaliação é inserido nas escolas para avaliar com o objetivo de melhorar a qualidade de ensino. Nos últimos anos instituições educacionais públicas e privadas lançaram-se de uma busca de métodos e técnicas que as ajudassem a melhorar a qualidade da educação brasileira em todos os níveis e modalidades.
Dentro da avaliação institucional podem-se observar questões múltiplas como de estrutura, organização e funcionamento, e expectativas, mas, sobretudo, a construção do conhecimento. A finalidade da avaliação institucional é perseguir um ensino cada vez melhor.  
Nesta perspectiva, nossa escola também realizou a avaliação institucional, para tal convidamos diversos setores da comunidade escolar,  o que nos oportunizou um momento democrático de construção e avaliação de uma proposta mais participativa.





APLB - VOLTA AO TÚNEL DO TEMPO EM CONFRATERNIZAÇÃO

Em estilo anos 60 o APLB termina mais um ano de atividade, a confraternização realizada na Escola Polivalente de Gandu no dia 27/11 foi uma verdadeira volta ao túnel do tempo, professores e convidados aproveitaram a oportunidade para reviverem uma  das épocas mais bonitas da História do país.
CONFIRA UM POUCO DO QUE ROLOU....






quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Chá Literário - Consciência Negra

O Ceres Libânio promoveu mais uma vez o CHÁ LITERÁRIO, a Exposição Artes e o Projeto Consciência Negra com muito sucesso.
Em 201, o CHÁ  valorizou poetas, escritores de memórias e crônicas da escola e da literatura brasileira. Pode-se articular o sentido social e estético na escola e na vida com a exposição de artes.
As apresentações do Projeto Consciência Negra revelaram um NÃO ao preconceito.

Veja algumas fotos:
































terça-feira, 7 de dezembro de 2010

FIQUEM LIGADO NA SEMANA DE AVALIAÇÃO

QUADRO DE AVALIAÇÃO DA IV UNIDADE:

DIURNO - MATUTINO E VESPERTINO

- PORTUGUÊS E HISTÓRIA (06/12)
- GEOGRAFIA E CIÊNCIAS (07/12)
- MATEMÁTICA E INGLÊS  (08/12)

RESULTADO PARCIAL: 13/12

AULAS DE REORIENTAÇÃO: 13 À 17/12

PROVA FINAL: 21 A 23/12

PORTUGUÊS, HISTÓRIA E ARTE (21/12)
GEOGRAFIA, CIÊNCIAS E GESTÃO (22/12)
MATEMÁTICA, INGLÊS, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA - RH (NOTURNO) - (23/12)

RESULTADO FINAL: (04/01/2011.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O gari

O gari
           Quando acordo, vejo todo dia sujeira nas ruas. Penso como seria minha cidade se manter acordada sem uma ajuda do pequeno homem que mesmo sendo visto como ninguém, tem um papel fundamental: varre a calçada, as ruas. Seja debaixo de chuva ou não, ele está lá, cumprido seu dever.
           Digo pequeno homem na minha simples ignorância, mas sei que não se trata de alguém menos que outro; ao conversar com ele; me fez acreditar que a sua profissão pode ser vergonhosa para as pessoas que vivem de imagem, mas para ele, ser gari é contribuir com um bem necessário, preservar o meio.
          Pode-se observar na sua fala que não tem tempo ruim para trabalhar; trabalha de sol a chuva  sempre cantando, sorrindo, pois era dali que tirava o sustento da sua família. Também, percebi que a sua intimidade com a vassoura, tornaram-nos grandes amigos. E assim, vivia o gari.
- textos vencedores - Olimpiadas (7ª n-3)

O que era bom se acabou

O que era bom se acabou     

            

Lembro-me da bela praça. Praça que eu encontrava com meus amigos para colocar os papos em dia. Também vivia com as meninas passeando e até mesmo namorando. Esse sim, era um lugar que todo jovem gostava de ficar apreciando; seja, ganduense ou visitante.
           Ah! Que praça! Admirava seus verdes, sua fonte luminosa transmitia encantos, brilho para aqueles que a apreciavam.  Que saudade da velha amiga que servia como palco dos casais apaixonados! É triste vê - la nesse estado tão decadente. Sem cor, sem brilho, sem alma, preste a morrer.
            Que falta me faz!  Hoje só posso lamentar. Pobre Praça São José, que era bela na minha primavera e hoje, nos meus dias de outono vivo um dilema; a praça é refém do descaso. E que descaso! Uns veem como se não tivesse mais vida, sem solução, destinada ao calvário, outros acreditam que a ressurreição é impossível.  E, eu penso que um dia ressurgirá das cinzas.
            Assim, termino com um aperto no coração dizendo: minha querida praça, espero que os olhos daqueles que mandam em você venham recuperá-la; para que outras primaveras  possam usufruir do teu aconchego, pois  sei  o quanto   a cidade se alegrava  em vê -la novamente de pé.

o fim do amor

O fim do amor

      


            No lugar onde vivo, aconteceu um episódio que fez a cidade chorar.   Uma pessoa batalhadora, humilde foi assassinada pelo ex- marido, dizem que foi porque ele não aceitava a separação.  As más línguas falam outra coisa, mas não estou aqui para saber se a coisa é verdade ou mentira.
           Na madrugada de sábado para domingo, a cidade já dormia quando uma professora com seu novo companheiro se deslocaram para um hotel no bairro dois de julho e lá, seu antigo marido chegou e o cano gritou: tá, tá, tá ,rá,tá ,tá .., tome bala. 
         No dia seguinte, na manhã de segunda-feira, a população revoltada com o fato resolveu fazer uma passeata pedindo socorro. E assim, a cidade unida aclamava pedindo solução. Os clamores foram atendidos. A lei para cumprir seu papel apareceu.
          Engraçado, a polícia iniciou as investigações fazendo uso da lei foi até a rádio pedir para a população colaborar a caçar o meliante, mas até hoje não se sabe o paradeiro do culpado ou dos culpados.
        Daí, o que restou da família, apenas saudades.

7ª N 2 - TEXTOS VENCEDORES OLIMPIADAS

DIFERENTE, MAS IGUAL

Crônica  
Diferente, mas igual

Já eram 22:03 da noite de sábado, eu tinha acabado de sair de um jantar a negócios, quando decidi passear pelas margens do Lago Azul, situada na Praça Simões filho, admirando as lindas paisagens e a bela musa branca da noite que bailava pelo céu.
Sentei-me no banco para descansar, próximo ao parquinho de diversão que ali havia e logo, lembrei-me dos meus tempos de criança, brincando e me divertindo com os meus amiguinhos. Numa certa perda de olhar, avistei de longe de uma criança sentada no banco. Então, decidi me aproximar e logo, veio a surpresa: era uma garota com mais ou menos 12 anos, de cor parda, de olhos claros, deparados com as lágrimas e agarrando em suas mãos um coração de pelúcia em que esta escrito “AMOR”. Sentei-me próximo a ela e inclinei-me sobre o banco, dei-lhe um sorriso. Com os meus dedos, enxuguei suas lágrimas e suavemente lhe perguntei:
- O que está acontecendo, meu bem?
Perguntei, achando se tratar de uma criança recém perdida de seus pais.
- Nada não, senhor.
Respondeu-me com muito medo e com uma voz suave parecendo a brisa da manhã.
- Querida, onde você mora?
- Eu moro...eu moro na “RU-A”.
- Quantos anos você tem?
- Eu tenho 13.
Um  pouco abalado, logo me perguntei: “como pode?” “ Por quê?”
Então, respirei fundo e lhe perguntei:
- Como você se chama? Cadê seus pais?
Com um olhar poderoso e ao mesmo tempo, tão fraco, ela me respondeu:
- Meus pais morreram na cadeia, após ficarem presos por dois anos: por terem roubado um pão para o sustento de nossa família que vivia a mendigar. Sem ter onde dormir, portanto, estou sozinha no  mundo sem ter para onde ir. Meu nome é Amanda Sousa.
Com os olhos cheios de lágrimas, inclinei minha cabeça e logo, pensei nos meus filhos Andrew e Jullya. Pensei no luxo em que vivemos. Na mansão situada no centro da cidade e da nutrição em excesso. Enxuguei os meus olhos para que ela não compreendesse, tentei imaginar o seu sofrimento e meio sem noção lhe perguntei:
- Você já jantou?
Com uma cara faminta, respondeu-me que não.
Então, eu a levei até um restaurante, mandei lhe servir o mais caro e gostoso prato. Fomos até uma loja que estava a fechar, comprei-lhe vestes novas e depois tomamos sorvete juntos. Já agradecida e com lágrimas nos olhos, ela me perguntou:
- Por que você resolveu me ajudar?
- Senti-me obrigado, a te ajudar, pois você tanto necessita.
- Se todo mundo fosse igual a você, talvez não existiria meninos(as) de rua, não haveria jovens se prostituindo ou até nas drogas.
- Ninguém nunca me ajudou, só faziam zombar de mim, me chamando de negrinha e quando me ajudavam sempre queriam algo em troca.
Ela me agradeceu novamente, me deu um abraço e saiu a sorrir pela praça. Eu senti um vazio, pois não sabia o que ia acontecer com o destino daquela menina. Será que quantos iriam tratá-la com igualdade ou diferença até ela conseguir uma vida digna?

Aluno: Augusto Vagner C. Santos   Série: 8ª V 1     
Orientadora:  Eliene Silva - crônica

RESGATE: AQUELAS MEMÓRIAS

                             RESGATE: “Aquelas Memórias”.

Certo dia, estava em casa a costurar naquela máquina, fechei os olhos e comecei a lembrar do meu tempo de adolescente, da infância, hum... que tempo bom, aquele modo de viver, de namorar...
O jeito de namorar era muito por debaixo do pano, beijo só na testa ou na mão, se beijasse na boca o povo já pensava que o garoto tinha outras intenções.
Lembro-me também do modo de viver, eu tinha onze irmãs e cinco irmãos. Nós vivíamos a trabalhar para poder nos divertirmos. Ai, que saudade daqueles finais de semana, durante os quais íamos para festa, onde meu pai era o sanfoneiro, para conhecermos novas pessoas e falar com nossos amigos.
Em minha família, que mais gostava de festas e micaretas era eu e minha irmã Altiva. Nós trabalhávamos de festa em festa, quando recebíamos o dinheiro íamos para a casa de meu avô ou para casa das primas em Gandu; a gente dançava tanto que quando íamos retornar para a Fazenda Posso Dantas, nossos pés tinham cada calo enormes que ficamos umas três semanas sem calçar sapatos. Apesar disso ficávamos muito felizes.
Quando dava o mês de setembro, meu pai ia comprar panos para fazer roupas para nós usarmos em Natal, Ano e Rei. Minha mãe costurava todas as roupas, três vestidos para cada menina e ela; três blusas e três calças para os meninos e papai, pense aí a trabalheira, ela fazia cada vestidinho de cintura, de manguinha e sem decote, que saudade daquela moda.
Estou aqui a lembrar também dos estudos, os quais tive oportunidade, só que preferi não aproveitar, pois que namorasse saía da escola eu namorei né. Mas, tive uma oportunidade. Agora com 63 anos completei o 2º grau do Ensino Médio e também estou lutando para entrar em uma faculdade de Nutrição.
Recordo-me dos pratos que mamãe fazia, aprendi a fazer quando adolescente um bolo muito gostoso, o Bolo de Aipim, hum... que delícia: feito com leite, manteiga, ovo de galinha da terra. Meu bolo faz muito sucesso!
Minha mãe já nos ensinava a fazer várias colchas, aprendi a fazer umas colchas os nomes: colcha de Rechiliê e Ponto de Matiz. Era uma coisa mais linda, ainda sei fazer, só basta o tempo.
Aí que saudade da minha adolescência! Pena que não pode voltar mais, foi muito legal relembrar.

Esse texto literário foi produzido pela aluna Beatriz Barreto dos Santos que cursa a 7ª série com dados pessoais de sua avó Elza Maria Vieira Barreto que nasceu em 14/12/1945. 
 Orientadora: Professora Ednalva Rodrigues

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