domingo, 24 de abril de 2011

TRÊS DATAS: UMA REFLEXÃO

 O mês de abril, entre tantas datas, possui três  que se relacionam não só pelo fato de estarem próximas (19, 21 e 22) respectivamente: DIA DO ÍNDIO,  TIRADENTES E DESCOBRIMENTO DO BRASIL, e sim também pelo motivo de serem datas fictícias do ponto de vista da história, já que as mesmas representam acontecimentos e situações que para a  historiografia não faz sentido comemorar.
Todas elas estão envolta de discursos que criam e recriam mitos para vangloriar apenas um grupo que fez a história, esquecendo dos verdadeiros fatos e acontecimentos. Começaremos refletir na ordem das datas, percebendo o que estas  significam para o calendário nacional e qual é o seu verdadeiro significado, ou seja, o que está por detrás de cada comemoração. Ou melhor, não faremos uma reflexão, promoveremos algumas indagações.  
19 de abril – “Dia do Índio”, quer dizer, que os primeiros habitantes do Brasil, tem apenas um dia no ano no qual devem ser lembrados? Será que deve existir apenas uma data para lembrarmos dos índios? Será que todos os dias não são dias de índio? Será que essa data está sendo comemorada de forma correta? É certo colocar penas e pintar os alunos nesta data mesmo sabendo que a maioria dos índios não faz mais esses rituais? Será que todos os índios ainda vivem na oca como a escola ensina? Será que todos eles ainda adoram o sol e a lua? O que é ser índio? Essas e outras interrogações povoam a mente de algumas pessoas que não vêem significado nessa comemoração que as escolas e os meios de comunicação ainda fazem.
21 de abril – feriado nacional “Tiradentes” Essa aí já começa bem, o país todo é feriado em homenagem a um grande herói, Tiradentes. Foi realmente um herói? Para alguns historiadores ele é um vilão, só  o colocaram como herói, porque toda história precisa de um.  A maioria dos livros de história não vem falando essa parte, pois a história precisa de um herói que seja influente e que o povo goste sem saber o que ele é/foi realmente.
Não podemos deixar de pensar na importância histórica deste homem, também é impossível não destacar a sua contribuição, mas aqui, queremos enfatizar que a escolha dele para herói nacional foi baseada em critérios militares, elitista, como se não houvesse outros símbolos para nossa nação.
A última das três datas é uma piada pelo próprio título: DESCOBRIMENTO DO BRASIL. Afinal é possível descobrir algo que já existe? Será que os portugueses realmente não sabiam desta terra? Não havia ninguém aqui quando eles chegaram? E os índios? Se eles já viviam aqui é justo atribuir aos portugueses a descoberta desta terra? Não seria uma invasão? Invenção? Ou outro termo correspondente. A história oficial sempre nos ensinou que Pedro Álvares Cabral descobre esta terra. E aí decoramos todos os nomes que o Brasil recebeu, data da primeira missa e outros acontecimentos do período colonial. Faz sentido tudo isso? É válido aprender coisas que não correspondem à realidade?
Três datas e apenas uma reflexão, a história do Brasil não existe sob essa ótica. Os acontecimentos não foram iguais a historiografia tradicional nos mostra, não há significado estudar fatos que contam a história de apenas um povo: O PORTUGUÊS. Até quando abriremos os livros e veremos estampados fatos que não condizem com a verdadeira história? Cansamos de sermos excluídos da história da nossa própria nação. Queremos reparação!
ZENILDO SILVA 

quarta-feira, 2 de março de 2011

A Escola inicia o ano com nova Equipe gestora

A Escola Municipal Professora Ceres Libânio começa o ano letivo 2011 sob nova direção. O professor Janduí Caetano, com mais de 14 anos prestados a Instituição foi destituído, sendo substituido pela professora Silvaní Silva dos Santos, que atuava como vice-diretora do noturno há dois anos. Junto com a nova diretora foram nomeados três vice-diretores, a saber, Rosemary Soares (Matutino), Edinaldo Ramos (Vespertino) e Silinete Luz (Noturno).

DESEJAMOS AO NOVO GRUPO GESTOR SUCESSO NA CAMINHADA!!!!!!!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Novo Milênio, novo comportamento.

Querido(as) alunos(as),

Vive-se um novo milênio. Comportamentos destrutivos sempre marcaram a trajetória da humanidade. Esses não cabem mais numa era na qual as reflexões são mais fraquentes e aprofundadas .
Toda mudança deve começar a partir do que está próximo e é passível de mudança.

Assista o vídeo, após reflita sobre a mensagem. O que ela traduz? Mexeu com você? 

Agora, é a hora de dialogarmos sobre comportamentos de respeito ao próximo que está bem próximo.

Sua atividade:
1. Escreva em sua agenda ou caderno o que você pede a Deus. Tenho certeza que são pedidos e desejos positivos, então trace-os como metas para suas futuras conquistas.

2. Qual a sua sugestão dos acordos de respeito que poderemos fazer para o ano letivo de 2011 em nosa ESCOLA, com a finalidade de uma convicência mais sadia,  solidaria, ética e democrática?

Espero a sua opinião.

Abraços,

Jailma Machado
(Coordenadora Pedagógica)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

NOSSA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Avaliação Institucional é aquela em que o processo de avaliação é inserido nas escolas para avaliar com o objetivo de melhorar a qualidade de ensino. Nos últimos anos instituições educacionais públicas e privadas lançaram-se de uma busca de métodos e técnicas que as ajudassem a melhorar a qualidade da educação brasileira em todos os níveis e modalidades.
Dentro da avaliação institucional podem-se observar questões múltiplas como de estrutura, organização e funcionamento, e expectativas, mas, sobretudo, a construção do conhecimento. A finalidade da avaliação institucional é perseguir um ensino cada vez melhor.  
Nesta perspectiva, nossa escola também realizou a avaliação institucional, para tal convidamos diversos setores da comunidade escolar,  o que nos oportunizou um momento democrático de construção e avaliação de uma proposta mais participativa.





APLB - VOLTA AO TÚNEL DO TEMPO EM CONFRATERNIZAÇÃO

Em estilo anos 60 o APLB termina mais um ano de atividade, a confraternização realizada na Escola Polivalente de Gandu no dia 27/11 foi uma verdadeira volta ao túnel do tempo, professores e convidados aproveitaram a oportunidade para reviverem uma  das épocas mais bonitas da História do país.
CONFIRA UM POUCO DO QUE ROLOU....






quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Chá Literário - Consciência Negra

O Ceres Libânio promoveu mais uma vez o CHÁ LITERÁRIO, a Exposição Artes e o Projeto Consciência Negra com muito sucesso.
Em 201, o CHÁ  valorizou poetas, escritores de memórias e crônicas da escola e da literatura brasileira. Pode-se articular o sentido social e estético na escola e na vida com a exposição de artes.
As apresentações do Projeto Consciência Negra revelaram um NÃO ao preconceito.

Veja algumas fotos:
































terça-feira, 7 de dezembro de 2010

FIQUEM LIGADO NA SEMANA DE AVALIAÇÃO

QUADRO DE AVALIAÇÃO DA IV UNIDADE:

DIURNO - MATUTINO E VESPERTINO

- PORTUGUÊS E HISTÓRIA (06/12)
- GEOGRAFIA E CIÊNCIAS (07/12)
- MATEMÁTICA E INGLÊS  (08/12)

RESULTADO PARCIAL: 13/12

AULAS DE REORIENTAÇÃO: 13 À 17/12

PROVA FINAL: 21 A 23/12

PORTUGUÊS, HISTÓRIA E ARTE (21/12)
GEOGRAFIA, CIÊNCIAS E GESTÃO (22/12)
MATEMÁTICA, INGLÊS, FILOSOFIA E SOCIOLOGIA - RH (NOTURNO) - (23/12)

RESULTADO FINAL: (04/01/2011.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O gari

O gari
           Quando acordo, vejo todo dia sujeira nas ruas. Penso como seria minha cidade se manter acordada sem uma ajuda do pequeno homem que mesmo sendo visto como ninguém, tem um papel fundamental: varre a calçada, as ruas. Seja debaixo de chuva ou não, ele está lá, cumprido seu dever.
           Digo pequeno homem na minha simples ignorância, mas sei que não se trata de alguém menos que outro; ao conversar com ele; me fez acreditar que a sua profissão pode ser vergonhosa para as pessoas que vivem de imagem, mas para ele, ser gari é contribuir com um bem necessário, preservar o meio.
          Pode-se observar na sua fala que não tem tempo ruim para trabalhar; trabalha de sol a chuva  sempre cantando, sorrindo, pois era dali que tirava o sustento da sua família. Também, percebi que a sua intimidade com a vassoura, tornaram-nos grandes amigos. E assim, vivia o gari.
- textos vencedores - Olimpiadas (7ª n-3)

O que era bom se acabou

O que era bom se acabou     

            

Lembro-me da bela praça. Praça que eu encontrava com meus amigos para colocar os papos em dia. Também vivia com as meninas passeando e até mesmo namorando. Esse sim, era um lugar que todo jovem gostava de ficar apreciando; seja, ganduense ou visitante.
           Ah! Que praça! Admirava seus verdes, sua fonte luminosa transmitia encantos, brilho para aqueles que a apreciavam.  Que saudade da velha amiga que servia como palco dos casais apaixonados! É triste vê - la nesse estado tão decadente. Sem cor, sem brilho, sem alma, preste a morrer.
            Que falta me faz!  Hoje só posso lamentar. Pobre Praça São José, que era bela na minha primavera e hoje, nos meus dias de outono vivo um dilema; a praça é refém do descaso. E que descaso! Uns veem como se não tivesse mais vida, sem solução, destinada ao calvário, outros acreditam que a ressurreição é impossível.  E, eu penso que um dia ressurgirá das cinzas.
            Assim, termino com um aperto no coração dizendo: minha querida praça, espero que os olhos daqueles que mandam em você venham recuperá-la; para que outras primaveras  possam usufruir do teu aconchego, pois  sei  o quanto   a cidade se alegrava  em vê -la novamente de pé.

o fim do amor

O fim do amor

      


            No lugar onde vivo, aconteceu um episódio que fez a cidade chorar.   Uma pessoa batalhadora, humilde foi assassinada pelo ex- marido, dizem que foi porque ele não aceitava a separação.  As más línguas falam outra coisa, mas não estou aqui para saber se a coisa é verdade ou mentira.
           Na madrugada de sábado para domingo, a cidade já dormia quando uma professora com seu novo companheiro se deslocaram para um hotel no bairro dois de julho e lá, seu antigo marido chegou e o cano gritou: tá, tá, tá ,rá,tá ,tá .., tome bala. 
         No dia seguinte, na manhã de segunda-feira, a população revoltada com o fato resolveu fazer uma passeata pedindo socorro. E assim, a cidade unida aclamava pedindo solução. Os clamores foram atendidos. A lei para cumprir seu papel apareceu.
          Engraçado, a polícia iniciou as investigações fazendo uso da lei foi até a rádio pedir para a população colaborar a caçar o meliante, mas até hoje não se sabe o paradeiro do culpado ou dos culpados.
        Daí, o que restou da família, apenas saudades.

7ª N 2 - TEXTOS VENCEDORES OLIMPIADAS

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